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Pólen combate o envelhecimento e ajuda a recuperar energias

Ainda em jejum, Edésio come uma colher de pólen puro, um poderoso suplemento alimentar. “Antes de tomar o pólen, parecia que as coisas eram mais pesadas. Eu até desempenhava bem os meus papeis, só que fazia como se fosse um fardo. Hoje, eu faço muito mais coisas do que eu fazia e as coisas são mais leves”, afirma o professor.
Mas que alimento é esse? É comida de abelha e se chama pólen apícola. “O pólen é a principal fonte protéica da abelha. O néctar é a fonte de carboidratos, o pólen é a fonte de proteínas, minerais e lipídeos. Sem ele, o enxame não se desenvolve. Em poucos dias, três, quatro dias, ele pode definhar e morrer”, explica Lídia Barreto, do Centro de Estudos Apícolas da UNITAU.
Depois de pousar de flor em flor e retirar o pólen, as abelhas voltam para a colmeia carregadas. Cada bolota, como dizem os especialistas, ou bolinha amarela presa à pata é o mais puro pólen.
A cada voo que uma abelha faz, ela volta à colmeia com duas bolotas de pólen. E elas são incansáveis, chegam a fazer 80 voos por dia. Quer dizer que cada abelha produz 160 bolotas de pólen.
Para coletar o pólen, os apicultores usam uma espécie de tela na entrada da colmeia. Os furos são tão estreitos que, para passar, as abelhas são obrigadas a derrubar os grãozinhos do lado de fora.
Mas nem todo pólen é coletado. Como a tela também tem furos maiores, dois terços da comida extraída das flores vão para dentro da colméia e se transformam no pão das abelhas. O pólen é mais uma evidência de que o que é bom para as abelhas, é excelente para a gente também.
“O pólen no nosso meio é conhecido como bifinho verde. E ele tem uma composição físico-química básica de proteínas similar a um bife, em torno de 20%. Ele tem lipídeos. Esse lipídeo é um lipídeo muito bom com propriedades antioxidantes. É uma gordura, mas uma gordura boa”, destaca Lídia Barreto, coordenadora do Centro de Estudos Apícolas da UNITAU.
E ele desperta cada vez mais a curiosidade dos pesquisadores. Em um laboratório da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo, as pesquisas com pólen mostraram que ele pode ajudar a combater as doenças do envelhecimento.
“Comprovamos, na verdade, que ele tem as três vitaminas antioxidantes, beta caroteno como a pró-vitamina A, a vitamina C e a vitamina E, que são as três antioxidantes”, afirma a farmacêutica bioquímica Lígia Muradian, da USP.

O pólen também é rico em vitaminas do complexo B, que ajudam, por exemplo, no funcionamento do sistema nervoso central, na prevenção e tratamento de cataratas. O grãozinho surpreende.
“Para se ter ideia, as quantidades que foram encontradas de vitamina B1 podem ser associadas às quantidades que se encontra dessa vitamina nas carnes de porco, por exemplo. As quantidades de vitamina B2 que nós encontramos eram superiores às quantidades que se encontra no leite”, explica a química Vanilda Soares de Arruda.
“Acredito que ele deve ser encarado como alimento, um alimento que tem efeito preventivo contra algumas doenças”, ressalta a nutricionista Ilana Pereira de Melo.
A repórter Mônica Teixeira experimenta o pólen na cozinha do laboratório da USP e aprova. “Tem um gosto como se eu tivesse comendo um cereal matinal. É bem crocante. Não parece com mel, mas dá para comer puro sem o menor problema”, comenta.
A recomendação é ingerir 5 gramas por dia, o equivalente a uma colher de sopa, mas ele não precisa ser puro. O pólen está sendo testado como ingrediente na culinária. E já existem maneiras bem mais saborosas de garantir a dose diária desse alimento.
Na Universidade de Taubaté, a cozinha é um laboratório, onde o sabor do pólen é posto à prova: no molho da salada, na salada de fruta, no patê, bolos, biscoitos de pólen e até trufas e bombons.

Receita dos biscoitos de gengibre e pólen

Misture:
2 xícaras de farinha de trigo integral
1 xícara de amido de milho
1/2 xícara de açúcar
2 colheres de chá de bicarbonato de sódio
Depois, acrescente os outros ingredientes:
1 ovo
1/3 de xícara de mel
3/4 de xícara de manteiga
1 colher de sopa de pólen
1 colher de sopa de gengibre ralado
1 colher de chá de canela
Amasse bem com as mãos. Enrole, corte em pedacinhos e arrume em uma assadeira untada. Leve ao forno para assar por 20 minutos na temperatura de 180º e pronto. É um jeito diferente de garantir a dose diária desse suplemento alimentar. As receitas feitas com pólen foram o nosso almoço depois da gravação. Parece que todo mundo ficou bem satisfeito

Fonte: Globo Reporter 28/05/2010

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Maionese liberada

Ela está longe de ser a bomba calórica que se imagina e pode até ajudar a dar um basta na fome

Tem gente que, só de ouvir falar nela, chega a salivar. Geralmente, essa vontade de se deliciar com um bom punhado de maionese vem acompanhada por um suspiro de frustração: “Pena que faz tão mal”. Essa pecha de vilã que o alimento carrega é, no entanto, um mito. O produto não é a bomba calórica cheia de colesterol que se imagina.

“Nos Estados Unidos, a população tem consciência de que ele é um alimento pouco calórico e leve”, diz a nutricionista Cynthia Antonaccio, da Equilibrium Consultoria em Nutrição, de São Paulo. “Aqui no Brasil nossa referência é a maionese caseira, que realmente é muito rica em gordura.” Daí o fato de muita gente pensar que o molho deve ficar fora de um cardápio equilibrado.

Veja abaixo o que é verdade e o que não passa de falácia sobre a maionese e aprenda a consumi-la de modo saudável.

1. Quais são os ingredientes da maionese?
Ela é composta principalmente por água e óleo, que se misturam na presença do ovo, o terceiro componente do molho. Entram ainda na sua fórmula suco de limão e condimentos, como sal, açúcar e mostarda.

O óleo geralmente utilizado na sua preparação é o vegetal, que contém as gorduras consideradas boas para nosso organismo, como as poli e as monoinsaturadas. Elas não aumentam o LDL, o mau colesterol, como a versão saturada, sem falar que o tipo monoinsaturado ainda ajuda a aumentar o HDL, a faceta boa do colesterol. A famosa gordura trans, que pode trazer complicações cardiovasculares, não está presente nos óleos vegetais e, assim, não consta da receita da maionese.

Por outro lado, há no molho lipídios bastante interessantes para nossa saúde: os ácidos graxos ômega-3 e ômega-6, gorduras essenciais para o nosso corpo e que não conseguimos produzir. Eles estão presentes em todas as marcas de maionese, por fazerem parte do óleo vegetal. O que geralmente varia é sua quantidade em cada uma delas, por causa do tipo de óleo usado.

2. É verdade que colocar maionese na salada reduz a ingestão calórica?
Sim, é verdade. “Iniciar a refeição com um prato de salada temperada com um molho à base de gorduras benéficas como a maionese proporciona saciedade”, explica Cynthia. Isso porque os lipídios têm uma digestão mais lenta. Dessa forma, come-se menos nos outros pratos, diminuindo-se a ingestão calórica.

3. Quem quer perder peso também pode consumi-la?
O maior problema para as pessoas que pretendem emagrecer não é a maionese em si, mas o que a acompanha à mesa. Um exemplo é o trio batata frita, sanduíche e bacon. Esses alimentos são lotados de calorias. Daí, não é de estranhar que devem ser evitados em uma dieta para afinar a silhueta.

Vale lembrar que uma porção de maionese industrializada tradicional, que corresponde a uma colher de sopa, fornece apenas 40 kcal. O molho cai bem num sanduíche de atum, uma sugestão light de Cynthia Antonaccio para o final do dia.

4. Qual a diferença entre a maionese caseira e a industrializada?
Todo mundo que já experimentou maionese feita em casa lambe os lábios: ela parece muito mais gostosa do que a industrializada. “É verdade. Quando a gente consome mais gordura nota a diferença”, comenta a engenheira agrônoma Elizabeth da Silva Torres, professora de Composição dos Alimentos do curso de Nutrição da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo. E gordura é o que não falta na maionese caseira. “O nutriente deixa os alimentos mais saborosos. Uma dieta como a hospitalar é considerada insossa porque é pobre em gordura.”

A maionese industrializada, no entanto, tem vantagens que tornam seu consumo muito mais recomendado. A primeira delas diz respeito justamente aos lipídios. O desenvolvimento tecnológico na indústria de alimentos permitiu que os ovos, utilizados no alimento para criar a liga entre água e óleo, pudessem ser substituídos. No lugar deles, os fabricantes utilizam amido modificado ou outro substituto, que não trazem gordura nem colesterol em sua composição, mas dão ao molho a consistência esperada.

Outra vantagem é a forma de emprego dos ovos na maionese. Na caseira, eles são acrescentados crus à mistura, o que pode provocar a famosa salmonelose, mal causado pela bactéria salmonela, presente em produtos de origem animal. O risco de desenvolvimento da infecção é grande porque a maionese caseira fica muito tempo exposta à temperatura ambiente e é bastante manipulada. Não é à toa que sua uma validade seja pequena – de dois a três dias. A industrializada utiliza ovos pasteurizados. “Hoje quase não se usa a maionese caseira em estabelecimentos comerciais, por conta da conscientização desses riscos e do aumento do rigor com controle de qualidade”, diz Cynthia.

5. Ela pode ser uma alternativa ao azeite?
O azeite não deve ser excluído da alimentação – afinal, ele está repleto de gorduras benéficas. Mas a troca por maionese pode ser válida, sim, principalmente se o objetivo for dar mais sabor a outros alimentos, como legumes cozidos. No caso da maionese, basta uma colher de sopa para obter esse efeito. De acordo com os especialistas, a história é outra com o óleo de oliva – geralmente são necessárias doses mais generosas para dar um gosto extra aos pratos.

Uma troca recomendada pelo cardiologista Raul Dias dos Santos, diretor da Clínica de Lípides do Instituto do Coração de São Paulo, é a de manteiga por maionese nos sanduíches. Isso porque a manteiga tem mais gorduras saturadas, presentes em pequena quantidade na maionese.

6. A maionese é contra-indicada em algum caso?
“Apenas os diabéticos devem ser mais cautelosos com seu consumo”, explica Raul Dias dos Santos. É que eles absorvem mais colesterol do que as outras pessoas devido a uma maior atividade de uma proteína responsável por essa tarefa.

Nosso corpo produz diariamente cerca de 1,5g de colesterol e, por meio da alimentação, ingerimos apenas 0,5g da substância. “O que realmente interfere nos níveis de colesterol no sangue é a quantidade de gordura saturada e trans que se ingere”, explica a nutricionista Cynthia Antonaccio. “A maionese industrializada fornece, em 1 colher de sopa, em torno de 98% menos colesterol que um ovo, tem pouquíssima gordura saturada e nada de gordura trans.”

Para os não diabéticos, o consumo está liberado – desde que não se cometam excessos, é claro.

7. Qual a diferença entre a maionese tradicional e a light?
A diferença entre elas está apenas na quantidade de lipídios. A light tem mais substituto de gordura e água, o que, por sua vez, faz com que ela perca um pouco de sabor.

8. Qual seria a quantidade ideal de consumo da maionese para um adulto e uma criança?
“Não existe uma quantidade recomendada”, responde Cynthia. A alimentação em geral deve ser equilibrada, com carboidratos, proteínas magras e gorduras de boa qualidade. Um lanche saudável pode combinar maionese com pão integral, folhas de alface, cenoura raladinha e um filé de frango grelhado. Outra alternativa é um sanduíche de maionese com uma carne assada ou ainda maionese com salada.

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Chás

Chá de oliveira
O ideal é beber 3 ou 4 xícaras por dia. Se você tem 80 cm de cintura, perderá em média 8 cm. Não adoce seu chá. Se quiser mudar o sabor, aposte em cascas de abacaxi ou folhas de hortelã.

Chá-verde
Ele dá uma acelerada no metabolismo, queimando as gorduras. Não ultrapasse os 800 ml diários, porque você pode sentir queimação no estômago e aumento da frequência cardíaca. Tome após as refeições e em temperatura morna.

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Farinha de feijão branco

Você pode comprar pronta ou fazer na sua casa (veja receita abaixo). A farinha do feijão-branco faz seu organismo absorver menos carboidrato. Assim, você não engorda. Além de auxiliar na prevenção do diabetes, ela fortalece os ossos. O ideal é ingerir 1 col. (chá) diluída em 100 ml de água antes de todas as refeições.

RECEITA
Modo de preparo
- Lave 250 g de feijão branco e deixe secar no sol
- Triture tudo no liquidificador e peneire em seguida
- Guarde a farinha num frasco por uma semana (atenção: para preservar as propriedades não faça mais do que 250 g)

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Gengibre e azeite

Gengibre
Esse tempero acelera o metabolismo, e isso aumenta a queima de gorduras no corpo. Coma um pedaço de 2 cm cru, refogado ou em forma de chá, três vezes ao dia.

Azeite
Pesquisadores espanhóis e americanos mostraram que o azeite possui uma gordura especial: ela combate os pneuzinhos que se formam na barriga. Além disso, esse óleo reduz o colesterol ruim e previne o envelhecimento. Mesmo assim, fique atenta às calorias e consuma apenas 2 cols. (sopa) por dia.

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Mais sobre óleo de coco

Ingerir um óleo ajudará você a eliminar a gordura do seu corpo. O conselho pode até parecer absurdo - afinal, como um óleo pode emagrecer?! –, mas se trata da pura verdade uando o assunto é o óleo de coco virgem ou extravirgem.

“Tomar três ou quatro colheres de sopa do alimento por dia pode fazer uma pessoa perder até 2 kg por semana”, afirma o nutrólogo e cardiologista Sérgio Puppin, autor do livro Coco - O Milagre de Uma Gordura*. É claro que a perda de peso dependerá do organismo de cada um, mas o óleo ainda tem outras vantagens importantíssimas, como proteger de doenças.

“Ele é um dos poucos alimentos na natureza com características próximas às do leite materno”, diz Puppin. A semelhança se deve, principalmente, ao ácido láurico, facilmente metabolizado pelo organismo, que acelera a queima de calorias e influencia diretamente o processo de emagrecimento.

Leia antes de ingerir

Teoricamente, o óleo pode ser consumido por qualquer pessoa. Porém, o nutrólogo Mauro Lins recomenda alguns cuidados: “Vítimas de doenças crônicas [como quem tem dor de cabeça frequente] devem consultar um médico antes de ingerir o produto”. O mesmo vale para quem sofre de distúrbios graves de aumento de colesterol ou esteatose hepática (acúmulo de gordura no fígado).

Você deve saber que…

… desde que não fique amarelado, o óleo de coco usado no preparo de alimentos pode ser reutilizado. Mas precisa, antes, ser filtrado num coador de papel ou de tecido.

… o produto não precisa ser guardado na geladeira, mas deve ser mantido longe da luz e do calor.

… após aberto, o óleo deve ser consumido em 45 dias. Fechado, a validade pode chegar a dois anos.

* O livro está à venda em algumas livrarias. Para saber os endereços, escreva para puppin@centroin.com.br ou ligue para (21) 2543-9666.

Queima calorias
Facilmente absorvida pelo organismo, a gordura do fruto é transformada em energia pelo fígado, elevando o processo conhecido como termogênese. Na prática, isso significa o aumento da produção de calor corporal. O resultado? Acelera a queima de calorias!

Tira a fome
O óleo de coco facilita a ação da insulina, hormônio responsável por controlar a quantidade de glicose no corpo. Assim, garante saciedade por mais tempo, ajuda na manutenção após a perda de peso e tira a vontade de comer doces e carboidratos.

Elimina a gordura
O alimento natural aumenta a função da glândula tireoide - responsável pela produção de hormônios que controlam o metabolismo, que é a velocidade com que o corpo queima gordura -, evitando, desta forma, o acúmulo de gordura no corpo. Entre outras doenças, o produto previne contra a obesidade.

1. Ao longo do dia, tome, via oral, até 4 colheres (sopa) do óleo. Porém, tome as porções separadamente.

2. Substitua qualquer tipo de óleo utilizado no preparo e no tempero de alimentos pela gordura de coco. Você também pode trocar a manteiga e a margarina pelo óleo de coco. Para deixá-lo numa consistência firme, basta mantê-lo em temperatura abaixo dos 22º C.

3. Misture o produto em bebidas, respeitando o máximo de 4 colheres (sopa) por dia. Você pode despejar 1 colher (sopa) do óleo para cada xícara de café. Ou bater no liquidificador 2 colheres (sopa) do óleo de coco com 200 ml de água e uma fruta de sua preferência.

Atenção:
Se você achar o gosto do óleo de coco esquisito, comece ingerindo porções em colheres de sobremesa. A cada três dias, substitua uma colher de sobremesa por uma de sopa até chegar à medida indicada. Caso tenha diarreia, reduza a quantidade pela metade.

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Óleo de coco faz perder a barriga

Prepare-se para se livrar de vez daqueles irritantes pneuzinhos que envolvem sua cintura. Já ouviu falar no óleo de coco? Pois esse produto, à venda em lojas de alimentos naturais, virou febre nos Estados Unidos devido a seu efeito quase milagroso na queima de gorduras. Em um estudo realizado por lá, ficou constatado que o líquido extraído do fruto do coqueiro pode dobrar o número de quilos perdidos durante uma dieta.

Esse óleo é milagroso!
Nessa pesquisa, realizada na Universidade de Columbia, o óleo de coco foi adicionado à massa do muffin (um bolinho muito consumido pelos americanos) e sobre os pratos de comida das principais refeições dos participantes, que acabaram emagrecendo bem mais do que o esperado pelos próprios pesquisadores. Na barriga, então, o resultado foi incrível: sete vezes mais perda de medidas do que em uma dieta comum!

Se você também quer emagrecer com essa poderosa novidade, deve consumir de três a quatro colheres de sopa por dia de óleo de coco. Uma boa ideia é misturá-lo com sucos e vitaminas, mas ele também pode ser derramado sobre a salada durante as refeições ou mesmo tomado de colherada, já que tem um sabor agradável. Outra boa sugestão é usá-lo como um substituto da margarina e da manteiga na culinária, como no bolo cuja receita você confere mais abaixo.

Ainda melhor do que o azeite

É facilmente absorvido e não
se tranforma em gordura

Comparado ao azeite de oliva extravirgem, também um excelente óleo para a saúde, o de coco provou ser mais eficiente para quem quer emagrecer. A diferença entre eles está nas moléculas, as estruturas minúsculas que formam as substâncias.

Enquanto o azeite de oliva é composto por moléculas de cadeia longa, o óleo de coco tem alto teor de triglicerídeos de cadeia média (TCM), o que torna a digestão de cada um diferente. “A vantagem do óleo de coco é que ele é facilmente absorvido e transformado em energia no fígado, não se acumulando como gordura, ao contrário dos outros tipos de óleo”, esclarece a nutricionista Bruna Murta, da rede Mundo Verde. Algumas pesquisas têm demonstrado que a gordura do coco funciona até mesmo para pessoas diabéticas ou com problemas de tireoide. Uma excelente novidade!

Ao incluir o poderoso óleo de coco no dia a dia, veja o que acontece:

1. Menor acúmulo de gordura no corpo
Como passa rapidamente pelo fígado devido à sua curta cadeia de moléculas, o óleo de coco não é estocado em forma de gordura no corpo.

2. Queima extra de calorias
A rápida digestão da gordura do coco estimula o metabolismo e faz emagrecer. É como se você aumentasse o fogo interno que queima as calorias dos alimentos, transformando-as em energia. Você regula o seu “forno” derretedor de calorias em uma temperatura mais alta!

3. Redução de medidas na cintura
Está provado que o consumo de óleo de coco favorece a eliminação da gordura que fica depositada na barriga. Os motivos exatos ainda são desconhecidos pela Ciência, mas acredita-se que o óleo atue diretamente em alguns hormônios ligados ao acúmulo dessas reservas no abdômen.

4. Controle da fome
Se, de um lado, o óleo de coco aumenta a queima calórica, de outro, ele ajuda a diminuir a sensação de fome. A possível justificativa para isso é que o líquido deve agir aumentando o nível dos hormônios responsáveis pela saciedade.

Óleo de coco nas receitas

De acordo com a nutricionista Bruna Murta, o óleo de coco pode e deve ser utilizado em receitas como substituto da manteiga e da margarina. Por isso ela selecionou esta sugestão de bolo ótima para incrementar seu regime. Mas não vale abusar! Dois pedacinhos por dia estão de bom tamanho para quem quer afinar a silhueta.

Bolo fofinho de chocolate

Ingredientes:
- 2 ½ xícs. (chá) de farinha de trigo integral orgânica
- 2 xícs. (chá) de farinha de trigo comum
- ½ xíc. (chá) farinha de soja orgânica
- 3 cols. (sopa) de cacau em pó peneirado
- 1 col. (chá) de bicarbonato de sódio
- 1 xíc. (chá) de açúcar mascavo orgânico
- 5 cols. (sopa) de óleo de coco
- 1 pitada de sal marinho
- 1 col. (sopa) de vinagre de maçã
- 1 col. (chá) de essência de baunilha
- 1 xíc. (chá) de água fria

Modo de preparo:
Em uma tigela, coloque as farinhas, o cacau, o bicarbonato, o açúcar e o sal. Misture. Faça três buracos fundos na mistura seca e derrame sobre o primeiro o óleo; no segundo, o vinagre; e no terceiro, a baunilha. Coloque a água na tigela e misture os ingredientes úmidos e secos até a massa ficar uniforme. Leve para assar em forno pré-aquecido a 180ºC por aproximadamente 30 minutos.

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FIBRA DE MACA

A principal fibra presente na maçã chama-se pectina. Trata-se de uma fibra solúvel (geralmente usada para engrossar gelatinas), que ajuda a reduzir os riscos de doenças cardiovasculares e previne a prisão de ventre. Essa fibra influencia favoravelmente as taxas de colesterol no sangue e age como um agente natural contra substâncias tóxicas, incluindo a contaminação por metais tóxicos. Têm sido demonstrado os efeitos benéficos da pectina da maçã na redução do chumbo e do mercúrio do trato gastrointestinal e respiratório.

Estudos investigando o consumo da maçã e sua pectina mostram uma redução de 7,6% no colesterol plasmático em pacientes com risco de doenças cardiovasculares. A fruta tem sido também extensamente utilizada para o tratamento de diarréias, especialmente em crianças.

Em 100g de maçã geralmente encontramos cerca de 1,5-2,5g de pectina. Os estudos mostram que pelo menos 5 a 6g/dia dessa fibra seria necessário para se obter um efeito na redução do colesterol, sendo que quantidades inferiores não mostram efeitos significativos. Considerando que uma maçã média pesa entre 180-200g, podemos afirmar que a ingestão de uma unidade média fornece cerca de 3 a 5g/dia de pectina.

Entretanto, a pectina não é a única substância presente na maçã que traz benefícios a nossa saúde. Estudos recentes publicados em revistas e jornais conceituados mostram que compostos presentes na fruta, e que são preservados no seu suco, agem da mesma maneira que aqueles encontrados no vinho tinto, ou seja, atuam como antioxidantes evitando doenças ao combater os efeitos prejudiciais do oxigênio no corpo. Os estudos reforçam o argumento de que comer frutas frescas, especialmente maças, é bom para a saúde.

As substâncias antioxidantes presentes na maçã (casca e polpa), flavonóides e polifenóis, são capazes de preservar as células dos danos provocados pela ação dos radicais livres; com isso retardam o envelhecimento e protegem o organismo de uma série de doenças, entre elas o câncer.

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Receita de pomada cicatrizante

Descoberta recentemente por um pequeno agricultor ,esta pomada já está sendo considerada por alguns pesquisadores como uma arma poderosa contra alguns tipos de males pois possui efeitos cicatrizantes, antibacteriana,anti inflamatória, contra micoses e outros problemas de pele.

Ingredientes :

Tanchagem
Cânfora
Assa Peixe
Balsamo
Marcela

Modo de Preparo:

Vaselina sólida ou
sebo de carneiro ou sebo bovino
* Derrete-se a vaselina em banho-maria e em seguida acrescenta-se o pó da planta( ou as ervas maceradas).
* Deixe a mistura no fogo baixo por pelo menos dez minutos.
* Pode-se usar a pomada desta forma ou coar a mistura.
* Em uma hora a pomada está pronta

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Óleo de Copaíba

Outra arma poderosa, citada na matéria do Globo Repórter é também conhecida pelos antigos como Óleo da Vida, pois possui inúmeras propriedades regeneradoras, curativas, nutritivas, lubrificantes e tônicas.
Extraído de forma científica e ecologicamente correta, mantendo todas as suas propriedades terapêuticas, este bálsamo é comercializado hoje com grande sucesso nos Estados Unidos e na Europa, assim como no Brasil.
O Óleo de Copaíba é o mais poderoso antibiótico e anti inflamatório natural do mundo, além de ser também anti cancerígeno.
Os depoimentos de suas propriedades terapêuticas são intermináveis, este óleo é extremamente eficiente em queimaduras, micoses, cicatrização, furúnculos, inflamações, má digestão, intestino preso e muito mais. Desintoxicador orgânico multifuncional; atua equilibrando, harmonizando, limpando e fortalecendo os nove sistemas do organismo humano.
No entanto, vale a pena observar que o Oleo de Copaíba, que tem os efeitos aqui descritos é da região do Amazonas, e não os de outras regiões, pois o clima do Amazonas colabora ainda mais para os efeitos mencionados.

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